Organograma é um gráfico que representa a estrutura formal de uma organização.
Tipos de organogramas
- Clássicos - O organograma clássico também é chamado de vertical. É o mais comum tipo de organograma, elaborado com retângulos que representam os órgãos e linhas que fazem a ligação hierárquica e de comunicação entre eles.
- Não clássicos - São todos os demais tipos como abaixo:
- Em barras - representados por intermédio de longos retângulos a partir de uma base vertical, onde o tamanho do retângulo é diretamente proporcional à importância da autoridade que o representa.
- Em setores (setorial, setograma) - são elaborados por meio de círculos concêntricos, os quais representam os diversos níveis de autoridade a partir do círculo central, onde localiza-se a autoridade maior da empresa.
- Radial (solar, circular) - o seu objetivo é mostrar o macrossistema das empresas componentes de um grande grupo empresarial.
- Lambda - apresentam, apenas, grupos de órgãos que possuam características comuns.
- Bandeira - apresentam grupos de órgãos que possuem uma missão específica e bem definida na estrutura organizacional, normalmente em quatro níveis.
- Organograma Linear de Responsabilidade (OLR) - possui um diferenciador em relação aos demais organogramas, pois a sua preocupação não é apresentar o posicionamento hierárquico, mas sim o inter-relacionamento entre diversas atividades e os responsáveis por cada uma delas.
- Informativo - apresenta um máximo de informações de diversas naturezas relacionadas com cada unidade organizacional da empresa.
- Dial de Wyllie - na forma de um disco separado por círculos concêntricos conforme o grau hierárquico e, dentro de tais sessões, órgãos representados por círculos menores, cuja posição relativa aos órgãos representados em sessões mais próximas ao centro indicam sua subordinação hierárquica. O organograma Dial de Wyllie tem por objetivo representar organizações de hierarquia dinâmica, com vinculações variando conforme o desenvolvimento de novos projetos interdepartamentais.
Exemplos:
Organograma Brostel
SAAC

Vamos analisar o organograma abaixo:
Os cargos estão alinhados horizontalmente e a lógica me leva a pensar que os salários também estejam alinhados segundo o grau de importância de cada cargo, não estou me referindo a função do cargo.
O que é CARGO? É intitulado normalmente para indicar a posição
hierárquica que uma pessoa ocupa na empresa e o conjunto de atribuições a ela
conferida. É aquele registrado no contrato de trabalho.
hierárquica que uma pessoa ocupa na empresa e o conjunto de atribuições a ela
conferida. É aquele registrado no contrato de trabalho.
O que é FUNÇÃO? É utilizada normalmente para indicar o conjunto de
tarefas atribuídas para uma ou mais pessoas, servindo como base para a
departamentalização, é conhecida como a FUNÇÃO DO CARGO.
tarefas atribuídas para uma ou mais pessoas, servindo como base para a
departamentalização, é conhecida como a FUNÇÃO DO CARGO.
Vamos dar exemplo de um cargo:
Analista Júnior -> Cargo
Analista Pleno -> Cargo
Analista Sênior -> Cargo
Agora vamos unir o cargo a função:
Analista Júnior de Recursos Humanos -> Cargo (prefixo) + função
(sufixo)
(sufixo)
Analista Júnior Contábil -> Cargo (prefixo) + Função (sufixo)
Analista Júnior Administrativo – Cargo (prefixo) + Função (sufixo)
Percebam que temos Analista Júnior espalhado por toda organização, mesmo assim é um só cargo, mas dentro desse cargo temos diversas funções que fazem parte de um mesmo cargo.
Para chegarmos a esse ponto, é necessário que façamos uma avaliação das diversas funções, para acharmos semelhança de competências essenciais para cargo daquela função.
O estudo de avaliação de cada função é um momento de reflexão, entendimento, conhecimento e consenso entre os integrantes da comissão de avaliação.
Quando temos as funções identificadas dentro de seus respectivos cargos, podemos observar que houve um enxugamento na quantidade de cargos.
Muitas organizações tratam funções como cargo e a esses são atribuídos salários muito distantes dentro de um mesmo cargo.
A organização que tem como pratica atribuir salários muitos distantes um dos outros, salários baixos para cargos hierarquicamente conhecido como alto e, vice-serva, quando comparados iremos observar distorções e, com isso, vamos ter problemas sérios para corrigir.
Eu sei que não é fácil corrigir tais distorções, não podemos deixar de lado o nosso objetivo principal que é a implementação de um Plano de Cargos e Salários, temos que
arrumar uma solução sem que seja necessário corte de pessoal o que é muito
oneroso.
arrumar uma solução sem que seja necessário corte de pessoal o que é muito
oneroso.
Vamos fazer um realinhamento analisando os ocupantes de cada cargo e ver a possibilidade de promoções e realocação. Temos que estudar caso a caso para que não cometamos injustiças. Não podemos nos esquecer dos empregados que contribuíram para o crescimento da organização e que está há alguns anos lutando e dando sua contribuição.
Quando a organização toma essa atitude, ela simplesmente esta levando em consideração o equilíbrio interno alinhado ao equilíbrio externo.
É claro que os cargos estão distribuídos nas diversas áreas funcionais da organização, e cada área funcional tem suas especificidades e isso nos conduz a outra questão, devemos dividir a empresa por área funcional? A resposta é sim. Devemos separar as áreas funcionais em: Operacional, Administrativo/Técnicos e Executivos, assim podemos avaliar de maneira justa os diversos cargos da organização.
Vale salientar, só o plano de Cargos e Salários pode não trazer o retorno esperado, temos empregados chave que somente o salário não o motiva a entregar resultados de
qualidade, o salário isoladamente poderá ser o inicio de desmotivação para
alguns empregados. Se fizermos a lição de casa iremos aprender a lidar com
essas situações e passaremos a enxergar saídas que realmente irão satisfazer as
mentes pensantes e com isso podemos reter o que chamo de cérebro-de-obras. Precisamos agregar juntamente ao salário alguma forma de Remuneração variável e Benefícios e para isso existe um leque de escolhas que podemos disponibilizar aos empregados.
qualidade, o salário isoladamente poderá ser o inicio de desmotivação para
alguns empregados. Se fizermos a lição de casa iremos aprender a lidar com
essas situações e passaremos a enxergar saídas que realmente irão satisfazer as
mentes pensantes e com isso podemos reter o que chamo de cérebro-de-obras. Precisamos agregar juntamente ao salário alguma forma de Remuneração variável e Benefícios e para isso existe um leque de escolhas que podemos disponibilizar aos empregados.
Podemos afirmar que o salário em si não é motivador, ele é um agente que supri as necessidades básicas do individuo, por esse motivo que a pirâmide das necessidades afirma que o salário é fator higiênico.
“Não basta pagar salários, temos que
reconhecer os empregados de forma justa”.
reconhecer os empregados de forma justa”.
Hoje muito se fala em “colaboradores”, mas fica uma pergunta no ar, será que as organizações têm mesmo esses “colaboradores”?
Algumas organizações até que possuem em seu quadro de pessoal alguns “colaboradores”, mais isso não é comum na maioria das organizações. Sempre digo em meus cursos que prefiro chamar esses empregados de parceiros, pois existe uma troca “eu produzo o que você quer e, em contra partida você me paga”.
Aqui fica uma pequena contribuição para um assunto grandioso como esse.
Leia mais em: http://www.webartigos.com/articles/22462/1/Plano-de-Cargos-e-Salarios--Como-serao-os-cargos-no-futuro/pagina1.html#ixzz1WcN1q3DF
Fun!

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