A macroeconomia possui algumas metas como aumentar o nível de empregos, estabilizar os preços, distribuir renda, crescer a economia, solucionar conflitos de objetivos. A estrutura macroeconômica se compõe de cinco mercados:
• Mercado de Bens e Serviços: Determina o nível de produção agregada bem como o nível de preços.
• Mercado de Trabalho: Admite a existência de um tipo de mão-de-obra independente de características, determinando a taxa de salários e o nível de emprego.
• Mercado Monetário: Analisa a demanda da moeda e a oferta da mesma pelo Banco Central que determina a taxa de juros.
• Mercado de Títulos: Analisa os agentes econômicos superavitários que possuem um nível de gastos inferior a sua renda e dificitários que possuem gastos superiores ao seu nível de renda.
• Mercado de Divisas: Depende das exportações e de entradas de capitais financeiros determinada pelo volume de importações e saída de capital financeiro.
Fonte: Economia - Brasil Escola
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2ªOpção
O que é macroeconomia?
A Macroeconomia é a parte da economia especializada na análise das variáveis agregadas: produção nacional total, renda, desemprego, balança de pagamentos e taxa de inflação. A diferença principal com a microeconomia é que esta estuda a composição da produção e os determinantes da oferta e da procura de bens e serviços, como se inter-relacionam nos mercados e como são determinados seus preços relativos.
O Produto nacional bruto (PNB) mede em termos monetários o que se produz em um país, a produção final, que corresponde, por definição, à demanda final. O PNB potencial, em determinado momento, depende da quantidade de fatores da produção disponível — trabalho e capital — e da tecnologia. Esses três elementos mudam com o tempo, e a teoria do crescimento analisa sua modificação a longo prazo.
A teoria macroeconômica estuda as causas e as conseqüências do desemprego. Até a publicação, em 1936, de The General Theory of Employment, Interest and Money (1936; Teoria geral do emprego, do juro e da moeda), de John Maynard Keynes, a explicação clássica das causas do desemprego dizia que elas eram determinadas pelas estruturas rígidas do mercado de trabalho, que impediam que os salários baixassem até o nível do ‘equilíbrio’.
Keynes afirmou que o desemprego pode estar relacionado a uma insuficiente demanda agregada ao mercado de bens, e não a um desequilíbrio no mercado de trabalho. Essa insuficiência tem relação com o investimento planejado menor que a reserva disponível.
Também ressalta a importância das variações do nível de produção e emprego, como movimentos equilibradores que permitiriam igualar o investimento e a reserva, determinando-se assim o nível de equilíbrio da renda nacional total e da produção nacional.
A ênfase do keynesianismo na demanda, como determinante chave do nível de produção a curto prazo, permitiu iniciar o desenvolvimento da contabilidade nacional e de conceitos, tais como o gasto total em consumo, em formação de capital (produção de maquinaria, fábricas etc.), em gastos públicos e em exportações e importações, que constituem os elementos chave que compõem a ‘demanda final’ agregada à economia. Também permitiu realizar a análise dos determinantes desses elementos chave da demanda final, ao desenvolver a teoria da demanda agregada de consumo e suas relações com os níveis da receita, assim como sua dependência dos tipos de interesses existentes. Portanto, a teoria monetária é uma parte essencial da teoria macroeconômica, uma variável monetária cuja função principal, em um mundo de incertezas, limita-se a equilibrar a oferta e a demanda de dinheiro, e não a equilibrar o investimento e a poupança planejados. A teoria monetária também está relacionada com outro elemento chave da macroeconomia: a inflação.
Para completar o estudo dos principais componentes da demanda agregada, devem ser considerados os fatores de equilíbrio externo, ou seja, o saldo entre exportações e importações e os seus determinantes, sobretudo os tipos de câmbio.
Fonte: http://www.formosaonline.com.br/geonl ... omia/economia_texto05.htm
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